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3 Respostas so far »

  1. 1

    Daniel Gois said,

    Olá Ana Luiza, tudo bem? Meu nome é Daniel Gois e fiquei sabendo sobre o seu blog pelo site Planeta Sustentável. O que me chamou atenção foi o post sobre coleta seletiva no trabalho. Aqui em Vitória, trabalho na redação do jornal A GAZETA e também possuo um blog sobre sustentabilidade. É o Ecoblog (gazetaonline.com.br/ecoblog). Gostaria de saber mais detalhes sobre o projeto, pois tenho a intenção de fazer algo semelhante aqui na empresa. Gostaria de saber mais sobre os gastos com as lixeiras orgânicas, com o coletor de pilhas e também sobre os resultados até agora. Agradeço sua ajuda!

    • 2

      ecotidiano said,

      Oi Daniel! Entrei no seu blog e gostei bastante. Legal que você é jornalista esportivo e também busca atitudes sustentáveis. Bom, vamos lá: no trabalho nós não compramos lixeiras separadas para cada tipo de material porque a produção de lixo maior é de papel mesmo. Você pode começar procurando empresas de reciclagem em Vitória. Aqui em Brasília existem várias cooperativas e algumas empresas de reciclagem. No caso do papel, existe a Novo Rio Papéis que é uma empresa grande e pode existir aí, mas eu optei por uma empresa de reciclagem chamada Capital Recicláveis, que fica a uns 7 km do meu trabalho. Eles me forneceram umas caixas estreitas e altas de papelão para armazenarmos os papéis, que separamos em três categorias: papéis impressos, retalhos de papel em branco (totalmente branco, já que a empresa ainda não permite o uso de papel reciclado) e impressos em geral (revistas, folhetos e jornais). Depois te passo os valores de cada quilo de material. O mais barato é jornal, a cinco centavos o quilo. Papel branco vale quatro vezes mais. Enfim, como os papéis da empresa contém dados de clientes, investimos em um triturador de papel que deixa tudo em retalhos mínimos. Ao longo da semana, juntamos todo esse material numa sala reservada. A empresa compra também garrafas PET, embalagens plásticas diversas, de produtos de limpeza a iogurtes e metal (latinhas de ferro e alumínio). Alumínio é o que vale mais. O ferro é vendido a dez centavos o quilo. Aliás, no seu blog li a dica de comprar alimentos em embalagens de alumínio, mas é fácil cometer um engano: nas embalagens de nescau e enlatados, muitas vezes há um símbolo “al” envolto em um símbolo que para mim sempre deu a entender que significava “alumínio reciclável”. Enfim, para as empresas de reciclagem essas latinhas são de ferro e não alumínio. Mesmo assim, sendo bem baratinhos, o que conta mesmo é destinar o lixo a um fim mais nobre. Juntar 100 quilos de material é mais simples do que parece. A nossa salinha, por exemplo, deve ter no máximo 20 metros quadrados e ela não fica totalmente ocupada. O que mais? O coletor de pilhas eu comprei por R$30,00 numa empresa chamada ECOPLAST (http://www.ecoplast.com.br). É uma cestinha de lixo pequena com um adesivo “pilhas e baterias”. Depois te mando uma foto. É fácil instalar: o coletor vem com um adesivo super reforçado para pregar na parede e também parafusos, se houver necessidade. Como a minha empresa não tem um programa de coleta de pilhas, eu mesma levo o material recolhido para instituições que já fazem esse trabalho. Depois vou tirar umas fotos do trabalho e deixar isso mais claro no blog.

    • 3

      ecotidiano said,

      Daniel, só para deixar mais claro: temos duas lixeiras no trabalho: uma para lixo seco e outra para o orgânico. Sendo bem sincera, nem todo mundo está colaborando nessa separação do lixo, mas a separação do papel está indo bem. Não imaginava que conseguiríamos separar os retalhos de papel em branco, mas todo mundo está colaborando bastante. Enfim, juntamos o material numa salinha e a cada quilos a empresa busca o material e entrega o dinheiro na hora. No caminhão há uma balança e eles vão pesando pouco a pouco para calcular o valor total. Não se empolgue em ganhar uma receita grande. Às vezes os quilos totalizam uns oito ou nove reais. Agora, no meu local de trabalho há cerca de 30 pessoas… quanto mais gente empolgada com a idéia, mais material trazido de casa e maior o resultado. De centavos em centavos, o programa de reciclagem pode financiar as canecas do pessoal, as lixeiras, a fragmentadora, etc, ou até mesmo as festinhas, quem sabe?


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